terça-feira, 4 de agosto de 2009

SERENÍSSIMA


UM DIA BONITO, COM SOL E CÉU BACANA AS 8:00 DA MANHÃ - E CAROL CANTA...
MINHA LARANJEIRA VERDE.
MUSICA PROVIDENCIAL.


Sou um animal sentimental
Me apego facilmente ao que desperta meu desejo
Tente me obrigar a fazer o que não quero
E você vai logo ver o que acontece.
Acho que entendo o que você quis me dizer
Mas existem outras coisas.
Consegui meu equilíbrio cortejando a insanidade,
Tudo está perdido mas existem possibilidades.
Tínhamos a idéia, mas você mudou os planos
Tínhamos um plano, você mudou de idéia
Já passou, já passou - quem sabe outro dia.
Antes eu sonhava, agora já não durmo
Quando foi que competimos pela primeira vez?
O que ninguém percebe é o que todo mundo sabe
Não entendo terrorismo, falávamos de amizade.
Não estou mais interessado no que sinto
Não acredito em nada além do que duvido
Você espera respostas que eu não tenho mas
Não vou brigar por causa disso
Até penso duas vezes se você quiser ficar.
Minha laranjeira verde, por que está tão prateada?
Foi da lua dessa noite, do sereno da madrugada
Tenho um sorriso bobo, parecido com soluço
Enquanto o caos segue em frente
Com toda a calma do mundo.

Composição: Dado Villa-Lobos / Renato Russo / Marcelo Bonfá.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Coisas.tanta coisa.


É que eu sinto falta
De como as coisas eram mais simples
Amistosas, singelas
Mais amigas sabe...mais dentro.
Parece ser agora mais confuso,
Sem entendimento, mais fora, saca?
E com isso se perde tempo, contato, afinidade.
Se perde as coisas...se perde as pessoas, por que as melhores coisas da vida não são nem estão nas coisas.

É só parar, analisar e entender,
Fácil e simples assim.


Siq.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Eu também gostei


Eu digo que, quanto mais pessoas se conhece, mais sabido se fica.
Partindo desse ponto de sabedoria, e segundo Rigon – de uma menina de alma velha, vejo que não to de toda errada.
Prestatenção.
Nessas indas e vindas de taxi por alguns lugares, eis que encontro um senhor tri legal e bem simpático , que do nada soltava: mas que maravilha...já imaginou a alma dela?
Ao contrario de outro, que horas antes, percebi que ele era gago e imaginei que ia ser engraçado, ainda mais com aquela roupa toda branca com cheiro de talco... Rs.
É mas não foi, andou a mais para aumentar o valor e ainda me largou no meio do transito por que não tinha como estacionar...percebeu a diferença? Acho que ele não gosta de ser taxista.

A diferença está em como se leva tudo.
Então o taxi “Que maravilha” era engenheiro cartográfico: já pensei: ele deve viajar o mundo todo com aqueles mapas...pois bem, era um senhor leve, que tinha uma felicidade imensa ao contar as historias de seus filhos doutores e a satisfação que ele tem, depois de aposentado, trabalhando 4 anos como taxista e segundo ele, conhecendo pessoas, aumentando vocabulário?? Nota a grandiosidade desse homem?
E por fim, ao chegar ao meu destino ele diz...
- Eu digo para minha filha, será que vale a pena estudar tanto? Pra mim, toda a correria não vale à pena, eu quero é aproveitar...
E é com essa e outras histórias, que percebo que não estou de toda errada.
E lembrando ainda da nostalgia do meu amigo curitibano, lembrando das férias em Uniflor que não existe mais...
.... Ai, que vontade de assistir seção da tarde, com uma coberta bem fedida, e deixar só o olho pra fora...aooo vidão – um dia é minha vez...
E eu acho também que não é bom ficar perto de alguém que te limita a pensar, criar, arriscar, progredir, gente assim cria limitações na gente...limitações que não eram suas, mas que se acredita em parte.
Bom mesmo é pensar como criança, e eu como observadora delas, acho incrível a facilidade que elas tem em dizer, fazer e depois ver o que dá.
Elas me trazem sorriso espontâneo...
E fim, por que isso ta mais parecendo um conto de Clarice, que não entende nada no final, e nem no começo...
Inté mais.

Siq – observadora.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Pessoas de meia tigela


Li em um blog, algo que falava que interessante é uma mulher que fala, porem mais ainda é aquela que escreve( era algo assim)
E eu acho que não importa como se escreve, mas o que escreve.
É, por que escrever não é fácil, e nunca sai da maneira que se sente, as vezes aumenta, outras teme e cala.
Nessas mudanças, meu diário ficou de lado. Há mais de um ano que não escrevo no pobre coitado, mas esse blog está me ajudando...e aqui não precisa de chave.
Eu penso que é escrevendo que se demonstra mais livremente o que ser quer e sente – deveria ser o contrario mais não é, e isso me parece estranho – afinal é você, sua vida, seus sentimentos, e então trava ao falar pessoalmente...eu heim.
Conversando com um amigo, que há anos não via – falávamos sobre ser ou não ser manipulado pelo tal sistema... ele é um contator de meia tigela, eu uma “modista” também de meia tigela.
Ele me interrompe e me alerta que já estamos no sistema, a diferença é que existe aqueles que são conscientes e aceita a condição e outros que são levados sem tempo para pensar e vivem ou sobrevivem.
Ele diz que sou intensa demais, e eu digo que simplesmente me incomodo com alguns processos desse tal sistema, e ele completa dizendo que é inevitável.
Sim, sim, sim, meu caro, é inevitável, porem adiável.
E eu me tornei uma pessoa apta a falar que tudo depende.
Depende de como se vê. Só aprendi perceber as coisas assim, ao me deparar com pessoas contrarias, mas capazes de mudanças, nada é imutável.Eu acredito.
E se eu for falar disso, já entro em outro contexto, por que eu sou boa em misturar as coisas,e daí vou começar falar de outros sentimentos e perturbações...
E se nada é imutável, tudo é interligado, por que muda né, bocós.
Siq.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Veja bem, é antes de tudo...


Antes que eu fale a mesma coisa, usando palavras e metáforas para diferenciá-las, venho falar da seguinte frase:
Antes de tudo eu já era sua irmã...
Carol, minha irmã gêmea me disse isso para que eu nunca esqueça a nossa ligação de irmandade.
E ontem comentando sobre minha necessidade de estar sempre com alguém, me disseram o quanto Deus é providencial, me mandando uma igualzinha,rs.
Igualzinha em partes, tem muito coisa nela que eu admiro, principalmente a verdade de ser VERDADE.
É sim, por que ser assim é muito difícil, e às vezes julgo a forma como ela demonstra a sinceridade, por que soa rude, e não são todos que assimilam o que vem por traz de tudo.
Mesmo sendo assim, Carol é uma pessoa invejável... Tem algumas bobeiras ainda, mas se livrou de varias que eu ainda carrego.
E, a gente vai se moldando...
E ela me pergunta da sua melhora, e é bonito isso...
Bonito mesmo é tudo que a gente é uma pra outra.
Siq.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Vaaaaaaaaaaaiii


É crise vem quando se está bem ou mal – nos extremos deles.É porque você começa a se confundir... ou começam a te confundir, é um saco.Eu não quero ser no TER, não quero ter amizades de status, não quero. E parece que pra crescer sempre tem o preço, e irrita e pesa e aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.Eu não quero nada mais do que fazer - realizar, viver bem - comigo, leve e só. É o bastante, é o que me move...E tem dias que há vários motivos que te levam a pensar que não vale a pena, e no outro parece o mundo que se idealizou.É estranho, dá vontade às vezes de aliviar, dá um tempo de tudo – até das pessoas, mas eu me conheço e sei que comigo não é possível. O meu desprendimento é o que me prende as pessoas e me cerca de gente interessante – dignas de análise.Um menino, me conhecendo só pelas palavras usadas no MSN... E disse: você me parece uma pessoa liberta e eu disse: por quê? – Por que você tira foto de costa com os braços abertos; (Lui). E ele talvez não saiba a importância dessa definição, talvez eu que dei valor demais....deve ser por que parei para pensar que é nessa liberdade que me vêem que gostaria de estar.E o que é liberdade?Ou melhor – o que é ser liberto?
Siq

domingo, 21 de junho de 2009

E transborda...


Sabe quando você entende que é melhor usar palavras alheias que externar as suas, com mesmo teor??
Para que não fique tão obvio e pareça direto demais, ou indireto - depende.O fato é que hoje uso Clarice para que eu possa trasbordar sem deixar vestigio...e há vários post escritos sem final e sem ser publicados...por que é tão aparente a sua mudança a cada minuto, que receio em coloca-lo, por que minha capacidade de mudança( em tudo e contudo) é o que me impressiona e eu não sei de onde vem e se convem...do mais...

"Tenho uma alma muito prolixa e uso poucas palavras; sou irritável e piro facilmente; também sou muito calma e perdôo logo; não esqueço nunca; mas há poucas coisas de que eu me lembre; sou paciente, mas profundamente colérica, como a maioria dos pacientes; as pessoas nunca me irritam mesmo, certamente porque eu as perdôo de antemão; gosto muito das pessoas por egoísmo: é que elas se parecem no fundo comigo; nunca esqueço uma ofensa, o que é uma verdade, mas como pode ser verdade, se as ofensas saem de minha cabeça como se nunca nela tivessem entrando? Tenho uma paz profunda, somente porque ela é profunda e não pode ser sequer atingida por mim mesmo; se fosse alcançável por mim, eu não teria um minuto de paz; quanto a minha paz superficial, ela é uma alusão à verdadeira paz; outra coisa que esqueci é que há outra alusão em mim - a do mundo grande e aberto; apesar do meu ar duro, sou cheia de muito amor e é isso o que certamente me dá uma grandeza...”
(C.Lispector)
foto: belessa kapião e a grama - 12/10/06